Cardoso de Oliveira


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José Manuel Cardoso circa 1915
J. M. Cardoso de Oliveira.
José Manuel Cardoso de Oliveira GCC • GCSE (Salvador1865 — Rio de Janeiro1962) foi um promotor públicojuiz municipal, diplomataromancistabiógrafo e poeta brasileiro.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Diplomado em Direito em Recife, é considerado um dos últimos representantes do naturalismo tardio na literatura sendo sua obra mais importante, Dois metros e cinco, costumes brasileiros, cuja primeira edição é de 1905 e que teve somente mais duas, respectivamente em 1909 e 1936.
Por muitos críticos é considerado como um escritor estritamente regionalista, pois suas temáticas estão muito ligadas ao nordeste.
Biografou o sogro ilustre, o pintor Pedro Américo, que desenhou a terceira edição de seu romance mais famoso, publicado pela Briguiet & Cia. Cardoso de Oliveira é pouco lembrado nos dias de hoje talvez por ter adotado uma estética já em desuso em sua época.
Exerceu ainda a magistratura e depois a diplomacia. Foi poeta, romancista e escreveu um drama em cinco atos, uma tese contra o alcoolismo originalmente em francês, representado na Suíça, em 1900 e depois vertido ao português pelo próprio autor. Era genro do pintor Pedro Américo, de quem fez a biografia e o Catálogo Descritivo, Crítico e Biográfico das Obras.
Sua bibliografia inclui também conferências e os Atos Diplomáticos do Brasil em 2 volumes. Segundo José Paulo Paes, Cardoso de Oliveira tem importância histórica na literatura e, no seu romance Dois Metros e Cinco, criou uma espécie de Pickwick baiano no pícaro Marcos Ferreira.
A 7 de Junho de 1923 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo de Portugal e a 23 de Abril de 1927 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada de Portugal.[1]

Obras[editar | editar código-fonte]

  • O orgulho, poemeto, (Recife), 1885
  • Os Precitos da Senzala, (poemeto) 1885
  • Pedro Américo, sua Vida e suas Obras, biografia do ilustre pintor e literata brasileiro, Guillard, Aillaud & Cia., Paris1898
  • Um milionário de glórias, notícia biográfica, Garnier, Paris1899
  • Dos Alpes.. Flocos e Rimas, versos, Livraria Aillaud & Cia., Paris1900
  • Le Gouffre, drama em 5 atos, Livraria Ollendorff, Paris1901
  • O Sorvedouro, versão brasileira do mesmo drama, H. Garnier, Rio de Janeiro1902
  • Atos Diplomáticos do Brasil, 2 volumes, tipografia do Jornal do Commercio, Rio de Janeiro1912
  • Dois Metros e Cinco, romance de costumes brasileiros, H. Garnier, Rio de Janeiro1905, segunda edição: 1909 e terceira: 1936
  • Versos, Rio de Janeiro1908
  • Poetas e prosadores portugueses, Livaria Aillaud e Bertrand, Lisboa1923
  • Discurso de recepção na Academia das Ciências de Lisboa, idem, 1923
  • Catálogo descritivo, crítico e biográfico das obras do ilustre pintor Pedro Américo, idem, 1924
  • A fé a ciência, Nós, os brasileiros, conferência, idem, 1926
  • O amor divino e a sua efígie na Terra, conferência, idem, 1926
  • Toques de claro-escuro, inédito,s/d

Referências

  1. Ir para cima «Cidadãos Estrangeiros Agraciados com Ordens Portuguesas». Resultado da busca de "José Manuel Cardoso de Oliveira". Presidência da República Portuguesa. Consultado em 2016-04-03.
  • COUTINHO, Afrânio; SOUSA, J. Galante de. Enciclopédia de literatura brasileira. São Paulo: Global.


https://pt.wikipedia.org/wiki/Cardoso_de_Oliveira

Mar Mediterrâneo

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Mar Mediterrâneo
Mapa do mar Mediterrâneo
Mapa do mar Mediterrâneo
Área total2 500 000 km²
Coordenadas35° N, 18° O
Maior profundidade5 276 m
Continentes que abrangeEuropaÁsia e África
Países que banha
Fronteira comOceano AtlânticoMar Vermelho e Mar Morto

mar Mediterrâneo é um mar entre a Europa e a África, tendo abertura e comunicação direta com o Atlânticoatravés do estreito de Gibraltar e o Oriente Médio como limite oriental. A sua área é aproximadamente 2,5 milhões de quilômetros quadrados,[1] sendo o maior mar interiorcontinental do mundo.
As águas do Mediterrâneo banham as três penínsulas do sul da Europa, a Ibérica (apenas a Sul e Sudeste de Espanha [2]), a Itálica e a Balcânica[3]. Suas águas comunicam com as do oceano Atlântico através do estreito de Gibraltar e com o mar Vermelho (através do canal de Suez). As águas do mar Negro também desaguam no Mediterrâneo (pelos estreitos do Bósforo dos Dardanelos). As águas do Mediterrâneo geralmente são quentes devido ao calor vindo do deserto do Saara, fazendo com que o clima das zonas próximas seja mais temperado (clima mediterrânico).[4]

Origem do nome[editar | editar código-fonte]

O termo Mediterrâneo deriva da palavra latina Mediterraneus, que significa entre as terras. O mar Mediterrâneo através da história da humanidade tem sido conhecido por nomes diferentes. Os antigos romanos o chamavam, de Mare Nostrum, que significa nosso mar (e de fato os romanos conquistaram todas as regiões, com vista para o Mar Mediterrâneo). Pelos árabes era chamado de al-Bahr al-al-Abyad Mutawassiṭ (árabe البحر الأبيض المتوسط) ou seja, "Mar Branco do Meio", o que inspirou o termo turco Akdenizque significa Mar Branco.

História[editar | editar código-fonte]


Distribuição potencial de oliveiras na bacia do Mediterrâneo. A oliveira é um indicador biológico da região do Mediterrâneo. (Oteros, 2014)[5]

Máxima extensão do Império Romano, em 117 d.C.. O Império desenvolveu-se em volta do mar Mediterrâneo, que os romanos chamavam Mare Nostrum (Nosso Mar).
Desde a Antiguidade, o mar Mediterrâneo foi uma zona privilegiada de contatos culturais, intensas relações comerciais e de constantes confrontos políticos. Às margens do Mediterrâneo floresceram, desenvolveram-se e desapareceram importantes civilizações, alguns dos povos que habitaram as costas do Mar Mediterrâneo: egípcioscananeusfenícios [6]hititasgregos [3]cartaginesesromanosmacedóniosberberesgenoveses e venezianos.
Um dos fatos marcantes da história da região aconteceu em 1453quando os otomanos tomaram a cidade de Constantinopla(atual cidade turca de Istambul) e fecharam o Mediterrâneo oriental à penetração europeia [7]. Esta teria sido uma das razões que teria impelido os portugueses a se aventurarem pelo Atlântico em busca do caminho das Índias.
Na segunda metade do século XVIII, a Inglaterra e a Françaforam ampliando suas influências sobre a região, aproveitando a decadência gradual do Império Otomano e, ao mesmo tempo, tentando impedir a expansão da Rússia. A Inglaterra que foi afirmando-se cada vez mais como grande potência marítima, estabeleceu-se em alguns pontos estratégicos (Gibraltar e ilhas de Malta e Chipre), que se transformariam em importantes bases navais.
Em 1869, com a abertura do canal de Suez, obra construída por um consórcio franco-britânico, o Mediterrâneo Oriental passou a integrar as grandes rotas do comércio internacional, passando a ter um papel relevante nas relações políticas e comerciais das potências da Europa [8].
Com o fim da Primeira Guerra Mundial (1914/18), consolidou-se a supremacia britânica, num momento em que o Mediterrâneo se transformava numa artéria vital para a Europa em função de estabelecer uma ligação mais rápida e econômica entre as áreas consumidoras e produtoras de petróleo, estas últimas situadas no Oriente Médio.
Algumas décadas depois, ao findar-se a Segunda Guerra Mundial em 1945, o Mediterrâneo, assim como quase todas as áreas do mundo, encaixou-se imediatamente nos esquemas do jogo de influências e alianças engendrados pela Guerra Fria. Com a criação da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), os Estados Unidos substituíram gradativamente os britânicos como potência dominante do Mediterrâneo.
Os processo conflituosos de independência de uma série de colônias europeias situadas especialmente no norte da África, a pressão exercida pela crescente expansão da Marinha Soviética, os vários conflitos entre países árabes e Israel e as tradicionais rivalidades entre países da região, transformaram o Mediterrâneo numa área de frequentes tensões geopolíticas.
O fim da Guerra Fria, se de um lado eliminou ou amenizou algumas velhas tensões, por outro ensejou o surgimento de inúmeros novos desafios para os países da região.
São dezoito os países que possuem terras banhadas pelo Mediterrâneo. Eles apresentam grandes diferenças no que se refere ao tamanho, à evolução histórico-cultural e ao nível de desenvolvimento.
Praticamente todos os países que circundam o Mediterrâneo Oriental apresentam, ou apresentaram num passado recente, tensões e conflitos internos ou problemas no relacionamento com nações vizinhas.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Limites[editar | editar código-fonte]


Os Mares Internos do Mar mediterrâneo

Países limites do Mar Mediterrâneo

As duas maiores ilhas do Mediterrâneo, Sicilia e Sardenha.

Ondas do mar Mediterrâneo na França

Europa Point é o ponto mais meridional do território ultramarino britânico localizado em Gibraltar.

Vista panorâmica de DubrovnikCroacia.

Costa de ŻurrieqMalta.

Costa norte de Israel.

Costa da região de BeiruteLíbano.
Países banhados pelo Mediterrâneo:
Embora não sejam banhados pelo Mar Mediterrâneo, a Sérvia e Portugalna Europa, e a Jordânia na Ásia, são, por vezes, considerados países mediterrânicos devido à proximidade geográfica e clima mediterrânico.
Principais cidades costeiras do Mediterrâneo:

Acidentes geográficos[editar | editar código-fonte]

Principais ilhas do Mediterrâneo:
PaísIlhaArea em km²População
 Itália SicíliaSicília25 4605 048 995
 Itália SardenhaSardenha24 0901 672 804
 ChipreChipre9 2511 088 503
 França Flag of Corsica.svgCórsega8 680299 209
 GréciaCreta8 336623 666
 GréciaEubeia3 684218 032
 Espanha BalearesMaiorca3 640869 067
 GréciaLesbos1 63290 643
 GréciaRodes1 400117 007
 GréciaQuios84251 936
 Espanha BalearesMinorca70180 000
 Espanha Ibiza flag.svgIbiza57580 000
 MaltaMalta246388 232
 Itália ToscanaElba22430 000
Principais rios que desaguam no Mar Mediterrâneo:
PaísRio
 EspanhaEbro (em catalão Ebre)
 FrançaRódano (em francês Rhône)
 Itália (em italiano Po)
 EgitoNilo (em árabe النيل an-nīl)

Climatologia[editar | editar código-fonte]

clima da região Mediterrânica é caracterizado por verõesquentes e secos e invernos amenos, com chuva. A temperatura do mar acompanha as mudanças climáticas da região.
Temperatura do mar (°C)
cidadeJanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDez
Marselha [1]131211131618212221181614
Barcelona [2]131312141720232523201715
Valência [3]141314151721242624211815
Nápoles [4]151414151822252725221916
Málaga [5]161515161720222322201816
Gibraltar [6]161516161720222222201817
Atenas [7]161515161821242424211918
Heraclião [8]161515161922242524222018
Malta [9]161615161821242625232118
Lárnaca [10]181717182024262727252219
Limassol [11]181717182024262727252219
Antália [12]171717182124272827252219
Alexandria [13]181717182023252626252220
Tel Aviv [14]181717182124262827262320

Biologia[editar | editar código-fonte]

Espécies emblemáticas [29]:
Maiores ameaças à biodiversidade:
  • Pressão urbanística nas zonas costeiras
  • Intensificação da agricultura nas planícies, abandono das terras altas
  • Desertificação em algumas áreas
  • Espécies exóticas invasoras

Cultura[editar | editar código-fonte]

Turismo[editar | editar código-fonte]

O Mediterrâneo é a região turística mais visitada em todo o mundo, são atrativos o patrimônio histórico, cultural, natural e paisagístico; o mar e clima; proximidade cultural e física do Mercado Europeu; visita as regiões históricas. Em 1996 atividade gerou mais de 5 milhões de empregos na região [30].

Gastronomia[editar | editar código-fonte]

Alguns elementos da culinária mediterrânica [31]:

Referências

  1. Ir para cima Eduardo de Freitas. «Mar Mediterrâneo». Equipe Brasil Escola. Consultado em 15 de fevereiro de 2012.
  2. ↑ Ir para:a b Central Intelligence Agency (CIA). «Spain (Geography)» (em inglês). The World Factbook. Consultado em 15 de fevereiro de 2012.
  3. ↑ Ir para:a b c Central Intelligence Agency (CIA). «Greece (Geography)» (em inglês). The World Factbook. Consultado em 16 de fevereiro de 2012.
  4. Ir para cima Michael Ritter (10 de janeiro de 2009). «Mediterranean or Dry Summer Subtropical Climate» (em inglês). Consultado em 21 de fevereiro de 2012.
  5. Ir para cima Oteros Jose (2014) Modelización del ciclo fenológico reproductor del olivo (Tesis Doctoral). Universidad de Córdoba, Córdoba, España Link
  6. Ir para cima História do Mundo. «Civilização Fenícia - História dos Fenícios». Consultado em 15 de fevereiro de 2012.
  7. Ir para cima Natalia Yudenitsch (1 de novembro de 2005). «Constantinopla: a queda da última estrela do Império Bizantino». Aventuras na História. Consultado em 21 de fevereiro de 2012.
  8. Ir para cima Khan el Khalili. «Canal de Suez». Consultado em 21 de fevereiro de 2012.
  9. Ir para cima Central Intelligence Agency (CIA). «Gilbraltar (Geography)» (em inglês). The World Factbook. Consultado em 15 de fevereiro de 2012.
  10. Ir para cima Central Intelligence Agency (CIA). «France (Geography)» (em inglês). The World Factbook. Consultado em 16 de fevereiro de 2012.
  11. Ir para cima Central Intelligence Agency (CIA). «Monaco (Geography)» (em inglês). The World Factbook. Consultado em 16 de fevereiro de 2012.
  12. Ir para cima Central Intelligence Agency (CIA). «Italy (Geography)» (em inglês). The World Factbook. Consultado em 16 de fevereiro de 2012.
  13. Ir para cima Central Intelligence Agency (CIA). «Malta (Geography)» (em inglês). The World Factbook. Consultado em 16 de fevereiro de 2012.
  14. Ir para cima Central Intelligence Agency (CIA). «Slovenia (Geography)» (em inglês). The World Factbook. Consultado em 16 de fevereiro de 2012.
  15. Ir para cima Central Intelligence Agency (CIA). «Croatia (Geography)» (em inglês). The World Factbook. Consultado em 16 de fevereiro de 2012.
  16. Ir para cima Central Intelligence Agency (CIA). «Bosnia and Herzegovina (Geography)» (em inglês). The World Factbook. Consultado em 16 de fevereiro de 2012.
  17. Ir para cima Central Intelligence Agency (CIA). «Montenegro (Geography)» (em inglês). The World Factbook. Consultado em 16 de fevereiro de 2012.
  18. Ir para cima Central Intelligence Agency (CIA). «Albania (Geography)» (em inglês). The World Factbook. Consultado em 16 de fevereiro de 2012.
  19. Ir para cima Central Intelligence Agency (CIA). «Cyprus (Geography)» (em inglês). The World Factbook. Consultado em 16 de fevereiro de 2012.
  20. Ir para cima Central Intelligence Agency (CIA). «Turkey (Geography)» (em inglês). The World Factbook. Consultado em 16 de fevereiro de 2012.
  21. Ir para cima Central Intelligence Agency (CIA). «Syria (Geography)» (em inglês). The World Factbook. Consultado em 21 de fevereiro de 2012.
  22. Ir para cima Central Intelligence Agency (CIA). «Lebanon (Geography)» (em inglês). The World Factbook. Consultado em 21 de fevereiro de 2012.
  23. Ir para cima Central Intelligence Agency (CIA). «Israel (Geography)» (em inglês). The World Factbook. Consultado em 21 de fevereiro de 2012.
  24. Ir para cima Central Intelligence Agency (CIA). «Egypt (Geography)» (em inglês). The World Factbook. Consultado em 21 de fevereiro de 2012.
  25. Ir para cima Central Intelligence Agency (CIA). «Lybia (Geography)» (em inglês). The World Factbook. Consultado em 21 de fevereiro de 2012.
  26. Ir para cima Central Intelligence Agency (CIA). «Tunisia (Geography)» (em inglês). The World Factbook. Consultado em 21 de fevereiro de 2012.
  27. Ir para cima Central Intelligence Agency (CIA). «Algeria (Geography)» (em inglês). The World Factbook. Consultado em 21 de fevereiro de 2012.
  28. Ir para cima Central Intelligence Agency (CIA). «Morocco (Geography)» (em inglês). The World Factbook. Consultado em 21 de fevereiro de 2012.
  29. Ir para cima Commission Internationale pour l'Exploration Scientifique de la Mer Mediterranee. «CIESM Atlas of Exotic Species in the Mediterranean» (em inglês). Consultado em 21 de fevereiro de 2012.
  30. Ir para cima Cristina Teixeira, Renata Romão, Ricardo Vieira e Hugo Rosa (2006/2007). «O Turismo no Mediterrâneo». Escola Superior de Tecnologia e Gestão Instituto Politécnico de Beja. Consultado em 21 de fevereiro de 2012. line feed character character in |publicado= at position 39 (Ajuda)
  31. Ir para cima Anderson Luiz da Silva (2 de dezembro de 2009). «Cozinha Mediterranea». Consultado em 16 de fevereiro de 2012.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Angelo Mojetta, Mar Mediterraneo, White Star, 2005. ISBN 88-5400-247-X.
  • Egidio Trainito, Atlante di flora & fauna del Mediterraneo: guida all'ambiente sommerso, Il Castello, 2005. ISBN 88-8039-395-2.
  • Wagner, Horst-Günter, Mittelmeerraum, Geografia, Historia, Economia, Darmstadt 2011, 230 pp. [ISBN 978-3-534-23179-9].

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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